Programação cultural indígena atrai público à Casa do Maranhão

Com uma programação especial durante todo o mês de abril, a Casa do Maranhão, equipamento cultural veiculado a Secretaria de Estado de Cultura (Secma), tem atraído grande público para o espaço que dispõe de exposições, roda de conversa e outras ações culturais e educativas sobre os povos indígenas do Maranhão. A programação segue até o final deste mês. A programação teve início na segunda–feira (1°), e já contabiliza mais de 500 visitas entre público em geral e estudantes da rede estadual de educação.

“Estamos muito felizes com o interesse e curiosidade do público em conhecer mais sobre os povos indígenas do Maranhão. Com trabalhos de pesquisas, as exposições e rodas de conversa narram a história que os livros não contam”, disse o diretor da Casa do Maranhão, Iguatemy Carvalho.

As atividades tem como tema central “Os Povos Indígenas e o Espaço Museal: Um resignificar de práticas sociomuseológicas frente aos saberes e fazeres tradicionais”,  visando transformar a Casa do Maranhão em uma grande Oca para celebrar a rica e diversificada cultura indígena.

A exposição fotográfica “Wyra’u Haw – A grande festa”, retrata o ritual do povo indígena Guajajara, quando a menina entra no ciclo menstrual pela primeira vez e o menino entra na puberdade, na localidade de Piçarra Preta, da Terra Indígena Rio Pindaré, do município de Bom Jardim.

Os trabalhos foram realizados pelo coletivo de comunicação Pinga-Pinga, formado por jovens de comunidades afetadas pela atuação da empresa Vale no corredor Carajás e pela rede Justiça nos Trilhos, que atua na defesa dos direitos dessas comunidades.

Outra mostra fotográfica em exposição é “Festas Guajajaras: Expressões da Resistência de Um Povo”. Trata das Festas do Moqueado e a Festa do Rapaz, realizada pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA), Campus Grajaú, como parte do Projeto Pibic em “Contos, mitos e lendas da região de Grajaú”, compreendendo três terras Indígenas diferentes a Canabrava, a Arariboia e o Bacurizinho.

Também serão exibidos curtas e documentários sobre cotidiano das comunidades indígenas assim como visita mediada pelas demais exposições da Casa. Situada na Rua do Trapiche, s/nº, Praia Grande, a Casa do Maranhão pode ser visitada de terça a sábado, das 9h às 18h e domingo, das 9h às 13h30.

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